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Celibatárias na vida política e social

De fato, as mulheres celibatárias por não estarem deixando esposo e filhos descuidados – pois não os têm, nem os terão – se consagra ao Senhor para se doar aos irmãos, e isso as realizam plenamente. Com mais tempo para dedicar-se “mais diretamente e mais completamente” [1] da vida pública, elas escutam o apelo divino e trabalham assiduamente pelo bem da mulher e da família.

A Igreja, com delicadeza maternal, reconhece que às vezes a mulher solteira gostaria de ter se casado mas, uma vez resignada, em vez viver uma vida solteira de modo egoísta e sem sentido, ela encontra “uma missão que lhe é revelada, uma missão com várias facetas, militante, e que clama por todas as suas energias; uma missão que elas podem empreender mais prontamente que muitas de suas irmãs, ocupadas como estão com os cuidados de suas famílias e educação de seus filhos, ou submetida ao jugo da vida religiosa”.[2]

[1] Pg. 138

[2] Pag. 138